Sócio de Cerimedo, preso na Bolívia, também teria assessorado Bolsonaro
Destaques
- •Fernando Cerimedo, preso por tentativa de feminicídio e corrupção, e seu sócio Damián Merlo teriam atuado na assessoria de Jair Bolsonaro.
- •A dupla também é apontada como mentora de campanhas de outros líderes da direita latino-americana, como Javier Milei e Nayib Bukele.
- •A atuação de Merlo, registrado nos EUA sob a FARA, envolve comunicação política e lobby em Washington.
Olha só essa bomba! O consultor argentino Fernando Cerimedo, que tá preso na Bolívia por uma história feia de feminicídio e corrupção, parece que não atuava sozinho. Seu sócio nos EUA, Damián Merlo Debernardi, também teria dado uma mãozinha na assessoria de Jair Bolsonaro.
A dupla não se limita ao Brasil. Segundo reportagens, eles formam uma estrutura de comunicação, lobby e acesso a políticos dos EUA, tendo assessorado também nomes como Javier Milei e Nayib Bukele. Merlo, com sua consultoria Latin America Advisory Group (LAAG), já aparece registrado nos EUA sob a lei FARA, que exige o registro de atividades em nome de interesses estrangeiros.
O negócio deles envolveu até a campanha de Milei em 2023, com Merlo sendo contratado pela NUMEN, empresa ligada a Cerimedo, para serviços de relações públicas e articulação política.
O Cerimedo já tinha dado o ar da graça por aqui em 2022, com aquelas alegações falsas sobre urnas eletrônicas.
O cerco fechou para Cerimedo na Bolívia, com um mandado de prisão preventiva de 180 dias por tentativa de feminicídio e corrupção. As provas incluem mensagens ameaçadoras e a descoberta de uma fazenda de bots. A investigação aponta ainda colaboração com o presidente Rodrigo Paz em uma rede de corrupção. Que confusão! 😨




