Sesi-SP e outros clubes usam tecnologia para aprimorar vôlei

Destaques
- •Clubes da Superliga investem em sensores, radares e sistemas de luzes para melhorar desempenho e prevenir lesões.
- •Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) utiliza sistema integrado de estatísticas em tempo real para monitorar partidas.
- •Novas tecnologias visam otimizar performance, reduzir riscos de lesões e aumentar a longevidade dos atletas.
A Superliga de vôlei está cada vez mais tecnológica. Clubes como Sesi-SP, Minas e Campinas estão utilizando recursos de ponta para impulsionar o desenvolvimento dos atletas e aprimorar o desempenho em quadra.
Entre as inovações estão sensores para monitorar saltos, radares para medir a velocidade do saque e sistemas de luzes reativas para treinar a capacidade de reação e agilidade. A tecnologia também é aplicada na prevenção de lesões, com equipamentos que fornecem dados detalhados sobre as características dos movimentos dos jogadores.
A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) também adota um sistema integrado de estatísticas em tempo real, que reúne informações da arbitragem, análise de desempenho e dados dos jogos, atualizando o site oficial e os telões dos ginásios instantaneamente.
Essa integração de dados permite uma abordagem interdisciplinar, combinando preparação física, fisioterapia, psicologia e medicina esportiva. O objetivo é otimizar a performance competitiva, reduzir riscos de lesões e promover maior longevidade aos atletas.

