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Seleção Brasileira: A escassez de centroavantes e a abundância de pontas modernos

16 de março de 2026
Seleção Brasileira: A escassez de centroavantes e a abundância de pontas modernos

Destaques

  • Brasil não tem um centroavante de ponta afirmado há 16 anos, desde Luís Fabiano.
  • A evolução do conceito de ponta moderno, com velocidade e pé trocado, é evidente.
  • Carlo Ancelotti tem um leque variado de atacantes, mas o dilema do camisa 9 persiste.

Menos de 100 dias para a Copa do Mundo, e a Seleção Brasileira se prepara com um dilema: a escassez de centroavantes clássicos em contraste com a abundância de pontas modernos.

Há 16 anos, o Brasil não chega a um Mundial com um camisa 9 consolidado, uma lacuna que remonta a Luís Fabiano. Enquanto isso, a formação de pontas evoluiu drasticamente, priorizando velocidade, vigor físico e a capacidade de atuar com o pé trocado, como exemplificado por nomes como Cristiano Ronaldo e Neymar.

Para Carlo Ancelotti, a diversidade de perfis de pontas como Vini Jr., Martinelli e Antony oferece flexibilidade tática. Contudo, a busca por um centroavante que se destaque, como os recentes João Pedro e Igor Thiago, ainda é um desafio.

Fontes

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