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Segurança Cibernética no Brasil: Novas Regras e o Fator Humano

24 de março de 2026
Segurança Cibernética no Brasil: Novas Regras e o Fator Humano

Destaques

  • Novas resoluções do Banco Central (CMN 5.274 e BCB 538) ampliam exigências de segurança cibernética para instituições financeiras.
  • O comportamento humano, especialmente phishing e engenharia social, continua sendo o principal vetor de risco, segundo relatório da Verizon.
  • A segurança cibernética agora é vista como responsabilidade estratégica da alta administração, integrando-se à governança corporativa.

O Banco Central apertou o cerco para a segurança cibernética no sistema financeiro brasileiro com as novas resoluções CMN 5.274 e BCB 538.

A ideia é que bancos, fintechs e outras instituições reforcem a gestão de risco e a resiliência operacional, provando que seus controles de segurança funcionam na prática, e não só no papel.

A segurança digital deixa de ser apenas um assunto técnico para se tornar um pilar estratégico do negócio.

Mas atenção: o relatório DBIR da Verizon mostra que o fator humano, com ataques de phishing e engenharia social, continua sendo o principal vetor de risco. Ou seja, tecnologia é fundamental, mas a conscientização dos colaboradores é crucial para evitar que um único acesso comprometido gere um efeito cascata. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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