Segurança Cibernética no Brasil: Novas Regras e o Fator Humano

Destaques
- •Novas resoluções do Banco Central (CMN 5.274 e BCB 538) ampliam exigências de segurança cibernética para instituições financeiras.
- •O comportamento humano, especialmente phishing e engenharia social, continua sendo o principal vetor de risco, segundo relatório da Verizon.
- •A segurança cibernética agora é vista como responsabilidade estratégica da alta administração, integrando-se à governança corporativa.
O Banco Central apertou o cerco para a segurança cibernética no sistema financeiro brasileiro com as novas resoluções CMN 5.274 e BCB 538.
A ideia é que bancos, fintechs e outras instituições reforcem a gestão de risco e a resiliência operacional, provando que seus controles de segurança funcionam na prática, e não só no papel.
A segurança digital deixa de ser apenas um assunto técnico para se tornar um pilar estratégico do negócio.
Mas atenção: o relatório DBIR da Verizon mostra que o fator humano, com ataques de phishing e engenharia social, continua sendo o principal vetor de risco. Ou seja, tecnologia é fundamental, mas a conscientização dos colaboradores é crucial para evitar que um único acesso comprometido gere um efeito cascata. 📉




