Saúde sob Ataque: Como IA e LGPD desafiam a segurança clínica no Brasil

Destaques
- •Setor de saúde brasileiro ainda carece de cultura de segurança da informação, com custos de TI vistos como extras.
- •A comunicação entre especialistas de TI e executivos é uma barreira, com firewalls perdendo para tomografias em prioridade de investimento.
- •Maturidade em cibersegurança é baixa no Brasil; 53% das empresas não confiam na detecção de Shadow AI.
- •Dados de saúde na deepweb valem de 8 a 20 vezes mais que dados financeiros, elevando a criticidade da segurança.
O setor de saúde no Brasil está em um cabo de guerra entre a urgência da segurança clínica e a lenta adoção de tecnologia. Especialistas apontam que a cultura de investimento em segurança da informação ainda engatinha, com custos de TI frequentemente vistos como extras.
A barreira de comunicação entre a área técnica e a gestão é um ponto crucial. A dificuldade em justificar investimentos em segurança, como um firewall, frente a necessidades clínicas urgentes, como uma tomografia, faz com que a TI perca a disputa por verba. A falta de maturidade em cibersegurança é gritante, com apenas 5% das empresas brasileiras atingindo um nível adequado, e a confiança na detecção de IA sombria (Shadow AI) beira o zero.
Mesmo com o avanço da IA, que traz agilidade, a governança de dados é um desafio e a mentalidade de que a tecnologia resolverá tudo é um equívoco. A verdadeira segurança passa por governança, processos e capacitação humana, antes de pensar em ferramentas sofisticadas.
O cenário é crítico, pois dados de saúde na deepweb valem até 20 vezes mais que dados financeiros. A parceria com empresas especializadas em cibersegurança se torna essencial para proteger informações sensíveis e vidas. 💰




