SAF do Galo: 3 anos de altos e baixos e a dívida que não para de crescer
Destaques
- •SAF do Atlético-MG completa 3 anos sob gestão dos bilionários Menin.
- •Clube acumula R$ 2,66 bilhões em dívidas, um aumento significativo.
- •Torcida se afasta e média de público na Arena MRV cai drasticamente.
Três anos de SAF no Atlético-MG e o saldo não é dos mais animadores. Gerido pelos bilionários Rubens e Rafael Menin, o clube vive um momento de alta cobrança, com relação estremecida com a torcida e um aumento preocupante nas dívidas.
Apesar da aprovação da venda de 75% da SAF em julho de 2023, os resultados em campo não vieram. O Galo amargou vice-campeonatos na Libertadores e Copa do Brasil em 2024, e no Brasileirão, a pior campanha da era SAF, beirando o rebaixamento.
A situação financeira também é um ponto crítico. A dívida total da SAF chegou a R$ 2,66 bilhões, um salto considerável desde o início da gestão. A família Menin realizou um aporte de R$ 530 milhões para tentar conter o avanço, mas o cenário ainda é desafiador.
Fora de campo, a gestão também mudou. Pedro Daniel assumiu como CEO, buscando alinhar expectativas com a realidade do clube, focando na saúde financeira e na viabilidade operacional, sem depender de grandes investimentos externos.
O distanciamento da torcida é visível: a média de público na Arena MRV caiu drasticamente, registrando a pior marca no primeiro semestre de 2026. O clube tenta reverter o quadro com iniciativas como o Conselho da Massa e projetos de acessibilidade ao estádio.




