Robôs Terapeutas: A Nova Fronteira da Saúde Mental ou um Risco Velado?

Destaques
- •Chatbots de IA ganham espaço como apoio emocional, mas geram debate entre especialistas.
- •Ferramentas como Abby e Ash ajudam a organizar pensamentos, mas não substituem terapeutas humanos.
- •Risco de consequências perigosas com IAs de uso geral; startups de bem-estar criam chatbots específicos para saúde mental.
A inteligência artificial está invadindo a saúde mental. Pessoas como Eri Petherbridge, estudante de psicologia, usam chatbots como Abby e Ash para apoio entre sessões de terapia, ajudando a organizar pensamentos e reformular sentimentos.
A ideia é que esses companheiros digitais complementem, e não substituam, o atendimento humano. Contudo, o cenário levanta preocupações: estudos indicam que chatbots de uso geral podem falhar em situações de risco, como ideação suicida, e a indústria de mais de 100 chatbots focados em saúde mental cresce sem regulamentação clara.
A falta de terapeutas humanos e os custos elevados impulsionam a busca por alternativas digitais, mas especialistas alertam para o risco de isolamento e agravamento de problemas. A questão agora é: até onde a IA pode ir na terapia?

