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Robô com pele quente e feição humana: a nova fronteira ou um passo para o 'Vale da Estranheza'?

23 de fevereiro de 2026
Robô com pele quente e feição humana: a nova fronteira ou um passo para o 'Vale da Estranheza'?

Destaques

  • Startup chinesa DroidUP lança robô humanoide Moya com pele aquecida e expressões faciais realistas.
  • O objetivo é criar uma conexão mais profunda com os usuários, simulando calor humano.
  • Especialistas alertam para o caráter 'distópico' e levantam debates éticos sobre a linha tênue entre humanos e máquinas.

A fronteira entre humanos e máquinas acaba de ganhar um novo e controverso capítulo. Na China, a startup DroidUP apresentou a Moya, uma robô humanoide com pele quente ao toque (entre 32°C e 36°C) e feições extremamente realistas, buscando mimetizar o calor humano para criar uma conexão mais profunda.

Equipada com a plataforma Walker 3 e simulando expressões faciais, a Moya utiliza sensores Lidar e câmeras para navegação autônoma, com uma precisão de caminhada de 92% em semelhança com o passo humano.

Apesar das intenções comerciais, especialistas em tecnologia já soam o alerta sobre o caráter “distópico” da invenção, que custa US$ 176 mil (cerca de R$ 880 mil). O debate ético gira em torno da remoção de um dos últimos sinais físicos que separam claramente as máquinas dos seres humanos, podendo gerar repulsa em vez de empatia.

Com lançamento previsto para 2026, a Moya promete ser um teste definitivo para o mercado, levantando a questão se estamos caminhando para um futuro onde robôs com aparência e sensações humanas serão comuns ou se o receio do "Vale da Estranheza" prevalecerá. 🤖

Fontes

https://www.cnnbrasil.com.br/feed/

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