Rivotril: O 'remédio para tudo' que virou um risco real no Brasil

Destaques
- •Automedicação e dependência de clonazepam (Rivotril) crescem no Brasil.
- •Especialistas alertam para riscos de uso prolongado e abstinência.
- •Psicoterapia e hábitos saudáveis são alternativas mais seguras.
O Rivotril (clonazepam), famoso por combater ansiedade e insônia, virou um queridinho dos brasileiros. Mas essa facilidade tem um preço: a automedicação e o risco de dependência estão cada vez maiores.
O problema é que, embora eficaz para casos específicos como crises epilépticas ou transtorno do pânico, o clonazepam não é uma solução para a ansiedade do dia a dia. Seu uso sem acompanhamento médico pode mascarar doenças sérias e levar a efeitos colaterais como sonolência e redução de reflexos.
A dependência, tanto física quanto psicológica, é um fantasma real: o corpo exige doses maiores para o mesmo efeito, e a interrupção abrupta pode causar sintomas de abstinência severos, como convulsões.
A boa notícia? Existem alternativas! A psicoterapia, aliada a exercícios físicos, mindfulness e um bom acompanhamento profissional, oferece um caminho mais seguro e sustentável para lidar com a ansiedade, sem os perigos do uso indiscriminado de benzodiazepínicos. 🧠


