Qlik dá um salto: IA generativa sai do teste e entra na veia da operação

Destaques
- •Clientes da Qlik estão migrando seus projetos de IA generativa da fase de testes para o uso em produção.
- •A empresa aposta em analytics agêntico que combina IA com dados governados e rastreabilidade.
- •Empresas como Compass Healthcare e Malmö Redhawks já colhem benefícios práticos, como redução no tempo de busca de informações e testes de aplicações.
A Qlik está vendo seus clientes deixarem a fase de testes e partirem para a produção com sua IA generativa. A sacada é que a empresa foca em analytics agêntico, que junta a inteligência artificial com dados que já têm governança e que permitem rastrear tudo.
Essa estratégia se fortalece com ferramentas como o Qlik Answers e o servidor Model Context Protocol (MCP), que integram a IA a assistentes e agentes de terceiros, além do Discovery Agent para explorar dados.
E os resultados já aparecem:
- A Compass Healthcare diminuiu o tempo de busca de informações conectando dados e documentação em uma interface conversacional.
- O Malmö Redhawks testa aplicações sem precisar trocar sistemas atuais, usando a integração com assistentes.
- O Bystronic Group implementou um chatbot em minutos, conectando-o a repositórios corporativos.
A adesão reflete a transição do mercado para ambientes produtivos, com a Qlik expandindo seu portfólio de agentes e integrações. A aposta é em IA confiável e que justifique suas decisões, fugindo do modelo de 'caixa preta' de algumas soluções.




