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Por que ostentamos? Psicologia e economia explicam o consumo de luxo

26 de setembro de 2026
Por que ostentamos? Psicologia e economia explicam o consumo de luxo

Destaques

  • •O consumo ostensivo vai além do desejo por produtos, comunicando status, pertencimento e exclusividade.
  • •A busca por diferenciação e a necessidade de pertencer a um grupo impulsionam a compra de bens caros, mesmo fora do orçamento.
  • •Redes sociais intensificam a comparação e a busca por status, levando a comportamentos de 'pobreza de luxo' e endividamento.

A vontade de ostentar, de comprar o 'melhor' e mais caro, tem raízes profundas na psicologia e na economia. Não se trata apenas de possuir um item, mas de usá-lo como um sinal de status, pertencimento a um grupo ou exclusividade.

O conceito de 'consumo conspícuo', cunhado por Thorstein Veblen, explica como a exibição de bens demonstra riqueza e posição social. A psicóloga Vera Rita Ferreira aponta que somos seres sociais e a imitação, assim como a busca por se sentir especial, impulsiona esse comportamento.

O problema surge quando essa busca por reconhecimento e pertencimento leva ao comprometimento financeiro, com o fenômeno da 'pobreza de luxo' e o endividamento facilitado pelo crédito e parcelamento. As redes sociais amplificam essa dinâmica, intensificando a comparação e a insegurança. 📉

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/economia/rss2.xml

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