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Polilaminina: esperança para lesão medular, mas Anvisa ainda não liberou

25 de fevereiro de 2026
Polilaminina: esperança para lesão medular, mas Anvisa ainda não liberou

Destaques

  • Pesquisa com polilaminina promete regenerar células da medula espinhal.
  • Tratamento ainda é experimental e aguarda aprovação da Anvisa.
  • Tratamento clínico intensivo, cirurgia e reabilitação são os pilares atuais.

A polilaminina, proteína que promete regenerar células da medula espinhal, tem gerado muita expectativa, especialmente após resultados promissores em pesquisas conduzidas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pelo laboratório Cristália.

No entanto, apesar da fila de interessados, a substância ainda é um tratamento em fase experimental e não obteve aprovação da Anvisa.

Enquanto a regulamentação não avança, o foco para pacientes com lesão medular continua sendo o atendimento clínico intensivo, intervenção cirúrgica quando indicada e, crucialmente, a reabilitação com fisioterapia e acompanhamento psicológico.

O tempo é um fator determinante: quanto mais rápido o atendimento e a cirurgia, maiores as chances de recuperação, mesmo que parciais. A ciência segue investigando novas terapias, mas a polilaminina ainda precisa de mais evidências robustas para uso clínico generalizado.

A corrida contra a cicatriz glial e o choque medular segue a todo vapor, mas a esperança de uma recuperação mais completa ainda esbarra na fase inicial de pesquisas como a da polilaminina. 💡

Fontes

https://www.cnnbrasil.com.br/feed/

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