PL em turbilhão: Crises forçam recalcular planos de expansão eleitoral

Destaques
- •PL enfrenta crises que impactam planos de expansão para 2026.
- •Condenações, perda de aliados e dificuldade em montar palanques afetam meta histórica.
- •Expectativa de eleger 110 deputados, ainda assim a maior bancada desde 1994.
O PL, partido com o maior caixa partidário do Brasil, está em meio a um turbilhão de crises que o forçam a recalcular para baixo suas projeções de expansão para 2026.
Condenações, a saída de figuras importantes e a dificuldade em firmar alianças em estados cruciais como Rio de Janeiro e São Paulo têm minado a meta de superar o desempenho histórico de 2022.
A filiação de Jair Bolsonaro em 2021 alçou o PL a maior bancada da Câmara, com 99 deputados, e deu ao seu presidente, Valdemar Costa Neto, o controle de um cofre de R$ 1 bilhão anuais.
Agora, o cenário é outro.
A prisão de Jair Bolsonaro e a cassação de deputados como Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli trouxeram incertezas. No Rio de Janeiro, o ex-governador Cláudio Castro foi afastado por suspeitas de irregularidades, e a campanha de Flávio Bolsonaro foi abalada por revelações sobre pedidos de dinheiro.
A dificuldade em montar palanques consistentes em Minas Gerais e a perda de puxadores de voto em São Paulo também complicam o quadro.
Diante disso, Valdemar Costa Neto já admite recalibrar a meta de 120 deputados para 110, o que, ainda assim, seria a maior bancada desde 1994. 📉




