OTAN e Irã: A Guerra de Nervos pelo Estreito de Ormuz

Destaques
- •Europa se mostra disposta a discutir ações para manter Estreito de Ormuz aberto, apesar das críticas de Trump.
- •Irã prepara legislação para cobrar pedágios de navios no Estreito de Ormuz, rota vital para o petróleo mundial.
- •A OTAN discute aumento de gastos militares e a Rússia segue como principal ameaça, mesmo com o foco no Oriente Médio.
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, sinalizou que os países europeus estão abertos a discutir medidas para garantir a abertura do Estreito de Ormuz, um ponto crucial para o comércio global de petróleo.
Essa disposição surge em meio a tensões com os Estados Unidos, após Trump criticar a falta de apoio da OTAN na guerra contra o Irã. Rutte defendeu o tempo de reação europeu e destacou a crescente colaboração.
Paralelamente, o Irã avança com uma legislação para cobrar pedágios de navios que transitam pelo estreito, alegando custos de segurança. A missão iraniana na ONU reiterou que países "não hostis" podem ter passagem segura, sob coordenação.
A OTAN também reportou um aumento de 20% nos gastos militares europeus e canadenses, embora a produção industrial de defesa ainda não atenda à demanda. A Rússia permanece a principal ameaça à segurança euro-atlântica.




