Origem Energia busca turbinar planos com US$ 2,5 bi e Bradesco BBI no comando
Destaques
- •Origem Energia negocia operação de até US$ 2,5 bilhões (incluindo dívida) para captar recursos.
- •A empresa planeja investir R$ 2,1 bilhões em sete usinas termelétricas até 2029.
- •A Prisma Capital, acionista controladora, pode vender participação ou controle.
- •Negócio pode envolver venda de fatia, IPO ou injeção de capital.
Olha só essa novidade no setor de energia: a Origem Energia, que manda bem no gás natural e petróleo, tá papo vai e vem pra fechar um negócio que pode botar US$ 2,5 bilhões (já com a dívida inclusa) na conta da empresa.
Pra dar conta da expansão, que inclui sete usinas termelétricas novas com investimento de R$ 2,1 bilhões até 2029, a companhia chamou o Bradesco BBI pra ajudar a encontrar o parceiro ideal.
A jogada pode ser uma venda de participação (minoritaria ou majoritária), um IPO ou até uma injeção de capital.
A Prisma Capital, atual dona da bola, pode sair vendendo um pedaço ou até o controle, dependendo do preço que pintarem. A meta é turbinar o ebitda pra algo entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões em 2029.
Essa movimentação é crucial pra Origem, que já é a 4ª maior produtora de gás do Brasil e precisa de grana pra aproveitar as oportunidades de mercado. 💰

