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Ondas cerebrais podem prever risco de Alzheimer, aponta estudo

21 de outubro de 2026
Ondas cerebrais podem prever risco de Alzheimer, aponta estudo

Destaques

  • •Pesquisadores identificaram ondas cerebrais lentas em vigília que se correlacionam com o acúmulo de marcadores de Alzheimer.
  • •O eletroencefalograma (EEG) pode se tornar uma ferramenta simples para identificar indivíduos com maior risco de desenvolver a doença.
  • •O estudo visa complementar diagnósticos atuais e auxiliar na decisão de oferecer tratamentos precoces.

Uma descoberta promissora no campo da neurologia pode mudar a forma como prevemos o Alzheimer. Pesquisadores do Instituto do Cérebro do Hospital Pitié-Salpêtrière, em Paris, identificaram um padrão de ondas cerebrais lentas, antes associadas apenas ao sono, que também ocorre em pessoas acordadas.

A análise de dados de cerca de 300 participantes revelou que indivíduos com maior amplitude dessas ondas lentas em estado de vigília apresentaram, ao longo de dois anos, um maior acúmulo de placas beta-amiloides, um dos principais marcadores da doença de Alzheimer.

Essa descoberta abre caminho para o uso do eletroencefalograma (EEG), um exame simples e acessível, como uma ferramenta preditiva. O objetivo é identificar precocemente pessoas com maior risco de desenvolver a doença, auxiliando na decisão sobre a oferta de tratamentos que, embora ainda modestos e controversos, são mais eficazes em estágios iniciais.

Fontes

https://g1.globo.com/rss/g1/saude/

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