Olimpíadas Rio 2016: Onde estão os medalhistas dez anos depois?

Destaques
- •Thiago Braz, ouro no salto com vara, busca vaga em LA 2028 após suspensão por doping.
- •Felipe Wu, prata no tiro, comanda instituto e também mira as Olimpíadas de 2028.
- •Maicon Andrade, bronze no taekwondo, enfrenta suspensão por doping e tem futuro incerto.
Dez anos após a histórica Olimpíada do Rio 2016, onde o Brasil conquistou 19 medalhas, o destino de alguns de seus heróis tomou rumos surpreendentes. Acompanhamos o atual momento de Thiago Braz (ouro no atletismo), Felipe Wu (prata no tiro) e Maicon Andrade (bronze no taekwondo).
O campeão do salto com vara, Thiago Braz, que encantou o país em casa, chegou a conquistar um bronze em Tóquio 2020. Contudo, foi suspenso por doping em 2023 e ficou fora de Paris 2024. Agora, aos 32 anos, ele se dedica a treinar e sonha com um último pódio em Los Angeles 2028.
Felipe Wu, o medalhista de prata na pistola de ar 10m, quebrou um jejum de 96 anos para o Brasil no tiro esportivo. Hoje, com 34 anos, ele gerencia um instituto para difundir a modalidade e também almeja uma vaga em LA 2028, apesar de quedas de rendimento recentes.
Já Maicon Andrade, bronze no taekwondo, teve sua carreira impactada por decisões de confederação e, mais recentemente, por uma suspensão de dois anos por doping em janeiro deste ano. Com 33 anos e fora de ritmo, suas chances de disputar uma nova Olimpíada são remotas.
A jornada pós-olímpica revela os altos e baixos da carreira de atletas de elite, onde doping e decisões regulatórias podem mudar drasticamente o futuro. 🥇

