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Óculos Ray-Ban Meta sob escrutínio: privacidade em jogo no Brasil

21 de agosto de 2026
Óculos Ray-Ban Meta sob escrutínio: privacidade em jogo no Brasil

Destaques

  • Idec e Coding Rights protocolam representação contra óculos inteligentes da Ray-Ban Meta no Brasil.
  • Preocupação central: dificuldade em identificar filmagens discretas e uso de dados para IA.
  • Entidades pedem investigação de órgãos como ANPD e MPF sobre conformidade com LGPD e CDC.

Atenção, galera! Os óculos inteligentes Ray-Ban Meta, que chegaram por aqui em setembro de 2025 custando R$ 3.990, estão virando alvo de investigação. O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights não curtiram nada a brincadeira e protocolaram uma representação contra o gadget.

O xis da questão é a privacidade. A principal queixa é que a câmera embutida é super discreta e o LED que indica a gravação é pequeno e pode até ser desativado. Ou seja, quem está ao redor pode ser filmado sem nem perceber, o que levanta a bandeira vermelha para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A coisa não para por aí.

Há um temor de que os dados captados, como imagens e áudios, possam ser usados para treinar sistemas de inteligência artificial pela Meta, com revisão terceirizada. Além disso, o fantasma do reconhecimento facial, mesmo que não ativo, assusta, especialmente após relatos de testes e pedidos de patente. Um médico já foi denunciado por usar os óculos durante atendimento, e vídeos de pegadinha têm viralizado, expondo terceiros sem consentimento. 💰

Fontes

https://canaltech.com.br/rss/https://g1.globo.com/dynamo/tecnologia/rss2.xml

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