O suicídio de Vargas e a fúria popular que paralisou o Brasil

Destaques
- •Getúlio Vargas se suicidou em 1954, em um ato que chocou o país.
- •Sua morte desencadeou protestos massivos, com ataques a jornais e partidos de oposição.
- •O legado de Vargas inclui reformas trabalhistas e a criação da Petrobras, mas também um histórico autoritário.
Há 72 anos, o Brasil parava com o suicídio de Getúlio Vargas. Acossado por uma conspiração, o presidente tirou a própria vida com um tiro no peito em 24 de agosto de 1954.
Sua decisão, comunicada em uma carta-testamento onde se dizia "oferecer em holocausto a minha vida", acendeu a faísca para uma onda de revolta popular sem precedentes.
A notícia da morte de Vargas jogou o país no caos.
Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas em todo o Brasil, atacando e incendiando sedes de jornais e partidos de oposição, como a UDN e os veículos de comunicação de Assis Chateaubriand e Roberto Marinho. A própria embaixada dos EUA foi alvo de ataques. O impacto foi tão grande que a maioria da imprensa carioca deixou de circular no dia seguinte. 📉




