O Planejamento Sucessório no Brasil: Uma Lacuna Corporativa Crítica

Destaques
- •Apenas 46% das empresas brasileiras possuem um programa formal de planejamento sucessório.
- •A cobertura se concentra na alta liderança, com pouca extensão para outros níveis hierárquicos.
- •A falta de integração entre sucessão e gestão de desempenho reduz a efetividade das decisões.
Ainda que o tema ganhe força, um fantasma assombra o mundo corporativo brasileiro: 54% das empresas não têm um plano de sucessão estruturado. Um número que deixa um rastro de riscos.
E quando existe, a cobertura é tímida, focando na alta liderança (87%) e média gerência (86%), mas esquecendo os demais níveis (apenas 41%). A integração com a gestão de desempenho também patina: em 41% dos casos, os dados são separados, e em 19%, os processos são totalmente independentes.
A consequência direta é a exposição a riscos de continuidade e a dificuldade em formar um pipeline robusto de talentos.
Olhando para o futuro, a falta de patrocínio da alta liderança e a resistência em desenvolver sucessores, somadas à ausência de dados confiáveis e critérios claros, minam a maturidade dessas práticas. 📉




