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O Planejamento Sucessório no Brasil: Uma Lacuna Corporativa Crítica

27 de abril de 2026
O Planejamento Sucessório no Brasil: Uma Lacuna Corporativa Crítica

Destaques

  • Apenas 46% das empresas brasileiras possuem um programa formal de planejamento sucessório.
  • A cobertura se concentra na alta liderança, com pouca extensão para outros níveis hierárquicos.
  • A falta de integração entre sucessão e gestão de desempenho reduz a efetividade das decisões.

Ainda que o tema ganhe força, um fantasma assombra o mundo corporativo brasileiro: 54% das empresas não têm um plano de sucessão estruturado. Um número que deixa um rastro de riscos.

E quando existe, a cobertura é tímida, focando na alta liderança (87%) e média gerência (86%), mas esquecendo os demais níveis (apenas 41%). A integração com a gestão de desempenho também patina: em 41% dos casos, os dados são separados, e em 19%, os processos são totalmente independentes.

A consequência direta é a exposição a riscos de continuidade e a dificuldade em formar um pipeline robusto de talentos.

Olhando para o futuro, a falta de patrocínio da alta liderança e a resistência em desenvolver sucessores, somadas à ausência de dados confiáveis e critérios claros, minam a maturidade dessas práticas. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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