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Naksa: 59 anos da 'derrota' que radicalizou a luta palestina

09 de junho de 2026
Naksa: 59 anos da 'derrota' que radicalizou a luta palestina

Destaques

  • A Naksa de 1967 aprofundou o processo colonial iniciado em 1948, com a ocupação de vastos territórios.
  • Desde então, a colonização se tornou política permanente, com assentamentos ilegais e um sistema de apartheid.
  • A luta palestina por autodeterminação é legítima sob o Direito Internacional, comparável a outras lutas de libertação.

Em junho de 2026, completam-se 59 anos da Naksa, termo árabe para "derrota", usado pelos palestinos para designar os eventos de 1967.

Mais do que uma guerra, a Naksa representou uma nova etapa do processo colonial, com a ocupação de Jerusalém Oriental, Cisjordânia, Gaza, Sinai e Colinas de Golã. A colonização se tornou política permanente, consolidando um sistema de apartheid.

A memória da Naksa simboliza uma luta que permanece viva.

O Direito Internacional reconhece a legitimidade da resistência palestina pela autodeterminação, inclusive pela luta armada, um direito já concedido a outros povos colonizados. A questão palestina é uma luta anticolonial pela existência e liberdade. 🇵🇸

Fontes

https://operamundi.uol.com.br/feed/

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