Mulheres Quebrando Barreiras no Coração do Carnaval Carioca

Destaques
- •Laísa Lima se torna a primeira mulher a cruzar a Sapucaí como mestra de bateria, celebrada por pioneiras como Helen Maria.
- •A ascensão de Laísa e outros nomes diversos, como o mestre LGBTQIA+ Markinhos, reflete uma sociedade mais aberta e inclusiva no carnaval.
- •A mudança gradual na ocupação de posições de liderança nas baterias, historicamente machistas, aponta para um futuro com maior diversidade e representatividade.
Avisa lá que agora é a vez delas! A mestra de bateria Laísa Lima, de 26 anos, fez história no último carnaval do Rio de Janeiro ao ser a primeira mulher a comandar uma bateria na Sapucaí. Um feito celebrado por quem já trilhou esse caminho, como Helen Maria, pioneira que viu de perto o machismo no meio.
Essa nova geração de mestres, que inclui também Markinhos, homem LGBTQIA+, mostra que a diversidade está ganhando espaço. Eles trazem novas influências musicais e quebram a ideia de que o posto de comando da bateria é um ambiente exclusivamente masculino.
A importância de um mestre de bateria vai além de ditar o ritmo; ele é o coração da escola de samba. A entrada de mulheres e outros grupos minoritários nesses postos, antes dominados por homens, é um reflexo de uma sociedade que começa a se abrir para a ideia de que lugar de mulher (e de todos) é onde ela quiser.



