Mota-Engil de olho na Bamin: português pode levar ativos que a Vale disse não
Destaques
- •Grupo português Mota-Engil negocia a compra da mineradora baiana Bamin.
- •O pacote inclui duas concessões ferroviárias e um porto, ativos que a Vale rejeitou.
- •A operação pode posicionar a Mota-Engil para a Fico-Fiol, com investimento previsto de R$ 40 bilhões.
Olha só que jogada interessante no mercado de infraestrutura! O grupo português Mota-Engil está praticamente fechando a compra da mineradora baiana Bamin, que anda meio parada.
Isso inclui projetos que estavam na mesa da Vale, mas que a gigante brasileira, focada em Carajás, achou que não valiam o investimento. Estamos falando de ativos que precisam de uns R$ 15 bilhões para sair do papel.
A transação envolve a ferrovia Fiol 1 (já com 75% das obras prontas) e o futuro Porto Sul, além de outro trecho ferroviário.
A entrada da Mota-Engil, que tem a estatal chinesa CCCC como acionista, pode destravar um corredor logístico gigantesco.
Se confirmada, a operação coloca a empresa em uma posição privilegiada para o leilão da Fico-Fiol, um projeto que pode chegar a R$ 40 bilhões. É um movimento que pode mudar o mapa logístico do país. 💰




