Moradores da Favela do Moinho: Promessas de Teto Seguro Viram Escombros e Incerteza

Destaques
- •Mais de 70% das famílias removidas da Favela do Moinho ainda não têm moradia definitiva.
- •Moradores relatam incerteza sobre auxílio-moradia e pressão psicológica para desocupação.
- •Plano bilionário de Tarcísio para o centro de SP ignora a realidade de quem vive na comunidade.
Um ano após o início da demolição da Favela do Moinho para dar lugar a um plano bilionário do governo Tarcísio de Freitas, a promessa de um teto seguro e digno para os moradores segue distante.
Dados da CDHU revelam que 73,4% das famílias que deixaram a comunidade ainda não conquistaram uma moradia definitiva. Dessas, 52,2% recebem auxílio-moradia de R$ 1.200, vivendo de aluguel e com a incerteza sobre o fim desse apoio.
Enquanto isso, 63 famílias ainda residem na comunidade, entre entulhos e escombros, enfrentando condições precárias e pressão para sair.
A situação contrasta com o discurso oficial e a propaganda do governo, que pintam um cenário de solução habitacional completa, ignorando a dura realidade enfrentada por quem foi retirado de suas casas e ainda não tem para onde ir.




