MIT cria 'chip vivo': bactérias viram transistores para processar informações

Destaques
- •Pesquisadores do MIT desenvolvem bactérias que funcionam como transistores biológicos.
- •A tecnologia abre caminho para 'chips vivos' em sistemas biológicos, não para substituir smartphones.
- •Circuitos com 24 colônias bacterianas já realizam somas, mas levam 8 horas por cálculo.
Esqueça o silício! Pesquisadores do MIT deram um passo ousado rumo a um futuro onde organismos vivos poderiam processar informações, criando bactérias que atuam como transistores biológicos.
Essas 'células computacionais' controlam o fluxo de moléculas para transmitir sinais, formando circuitos. O maior deles, com 24 colônias bacterianas, já consegue somar duas entradas, embora cada operação leve cerca de oito horas.
A ideia não é substituir seu smartphone, mas sim levar capacidade de processamento para dentro de sistemas biológicos, como plantas, para identificar estresses como seca ou pragas. Uma ficção científica que começa a ganhar contornos reais. 🧬


