Militares de Israel na Colômbia: Ajuda humanitária ou xeque-mate político?

Destaques
- •82 militares israelenses desembarcam na Colômbia para missão de resgate após terremoto.
- •Ex-presidente Gustavo Petro critica a presença militar, questionando se é ajuda humanitária ou demonstração de força.
- •O porta-voz das IDF, Roni Kaplan, se envolve em polêmica ao responder críticas e confrontar manifestantes pró-Palestina.
A chegada de 82 militares israelenses para ajudar nas buscas após um terremoto na Colômbia virou um campo minado político. A missão, apresentada como humanitária, acendeu a polêmica por causa da ruptura diplomática anterior entre Colômbia e Israel.
O ex-presidente Gustavo Petro jogou lenha na fogueira, questionando a presença militar e sugerindo que a Colômbia tem capacidade interna para lidar com a tragédia. A resposta veio do porta-voz das IDF, Roni Kaplan, que se defendeu e, em um momento de alta tensão, gritou "Palestina livre, jamais!" para uma manifestante.
A situação expõe a complexa relação entre a ajuda humanitária e as tensões geopolíticas, especialmente com a mudança na política externa colombiana sob o novo governo, que se reaproximou de Israel.



