Michael Johnson e a bola de neve: atletas seguem sem receber por torneio falido
Destaques
- •Torneio Grand Slam Track, fundado por Michael Johnson, enfrenta grave crise financeira.
- •Atletas e empresas de gestão esportiva relatam não ter recebido pagamentos devidos.
- •Dívidas podem chegar a US$ 50 milhões, com cerca de US$ 11 milhões retidos por terceiros.
O sonho da Grand Slam Track (GST), liga de atletismo criada por Michael Johnson, virou pesadelo financeiro. Meses após o pedido de falência, atletas e empresas ainda não viram a cor do dinheiro prometido.
A situação é crítica: o próprio Johnson chamou o problema de "capital catastrófico". Relatos indicam que nem mesmo houve contato para informar sobre possíveis pagamentos, e há especulações de que quase R$ 57 milhões estejam retidos por uma empresa terceirizada.
E o que isso significa na prática?
A GST, que prometia prêmios milionários, como US$ 100 mil por etapa, agora acumula dívidas que podem chegar a US$ 50 milhões (quase R$ 300 milhões). O futuro da liga, inclusive para 2026, depende do pagamento de 2025. 📉



