México reduz jornada de trabalho e Argentina reforma leis trabalhistas: dois caminhos para o futuro?

Destaques
- •México avança com redução gradual da jornada semanal para 40 horas até 2030.
- •Argentina vota reforma trabalhista de Milei, com pontos semelhantes à do Brasil.
- •Especialistas apontam que reformas flexíveis não garantiram 'boom' de empregos no Brasil.
Enquanto o México dá um passo histórico para reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais até 2030, a Argentina de Javier Milei segue na contramão, aprovando uma reforma trabalhista que flexibiliza regras e gera debates acalorados.
No país vizinho, a proposta mexicana, que já passou pela Câmara dos Deputados com ampla maioria, prevê uma diminuição de 2 horas por ano, começando em 2027. A iniciativa busca um modelo que prioriza a dignidade do trabalhador, contrastando com o cenário argentino.
A reforma na Argentina, por sua vez, endurece regras sobre jornada, indenizações e direito de greve, com semelhanças notáveis à reforma brasileira de 2017. Especialistas alertam que esse modelo, focado na redução de custos para as empresas, não entregou a prometida geração de empregos no Brasil, levantando dúvidas sobre sua eficácia a longo prazo.
A grande questão é: qual modelo trará mais prosperidade e equilíbrio para as relações de trabalho na América Latina? 📉


