Meta no banco dos réus: O futuro das redes sociais para jovens está em jogo nos EUA

Destaques
- •Meta é acusada de projetar redes sociais viciantes para crianças e adolescentes.
- •Estados americanos pedem bilhões de dólares e mudanças nas plataformas.
- •O resultado pode redefinir como empresas de tecnologia criam produtos para o público jovem.
A Meta, dona do Facebook e Instagram, virou ré em um julgamento histórico nos Estados Unidos que pode mudar para sempre a forma como as redes sociais são criadas para crianças e adolescentes.
A empresa é acusada de desenvolver plataformas viciantes deliberadamente e de violar leis de proteção à infância, com os estados americanos pedindo bilhões de dólares e exigindo mudanças drásticas no funcionamento dos apps.
A juíza Yvonne Gonzalez Rogers comanda o caso em Oakland, Califórnia.
Acontece que a história pode ir além da Meta.
O julgamento, que pode durar até oito semanas e envolver testemunhos de peso como o de Mark Zuckerberg, vai definir se a Meta enganou o público sobre os riscos para crianças e violou leis federais, como a COPPA (Children's Online Privacy Protection Act). A empresa, claro, nega as acusações e afirma ter compromisso com a segurança dos jovens. 📉




