Meta e Google no banco dos réus: Júri decide se redes sociais viciam jovens

Destaques
- •Primeiro julgamento do tipo busca responsabilizar Meta e Google por danos à saúde mental de jovens.
- •Caso exemplar para mais de 2 mil processos semelhantes que acusam as plataformas de vício intencional.
- •Mark Zuckerberg depõe pessoalmente, defendendo as plataformas e negando responsabilidade direta.
Um caso histórico pode mudar o jogo para Meta e Google. Um júri em Los Angeles está decidindo se as gigantes de tecnologia são responsáveis pelos danos à saúde mental de jovens usuários, como no caso de Kaley, que passava até 16 horas por dia no Instagram.
A acusação alega que as plataformas foram projetadas intencionalmente para serem viciantes, impactando negativamente a vida de adolescentes, levando a problemas como ansiedade, depressão e até suicídio, como no caso da filha de Lori Schott.
A defesa das empresas, incluindo um depoimento inédito de Mark Zuckerberg, argumenta que os problemas de saúde mental têm outras causas e que eles proíbem o uso por menores de 13 anos. O resultado deste julgamento pode abalar precedentes legais e abrir caminho para milhares de outros processos.




