Meta aposta tudo em óculos inteligentes e levanta polêmica

Destaques
- •Meta intensifica a promoção de seus óculos inteligentes, com doações e parcerias com celebridades.
- •Dispositivos enfrentam críticas por questões de privacidade, com relatos de gravações sem consentimento.
- •A empresa busca diversificar receitas além da publicidade, apostando em IA e dispositivos vestíveis.
A Meta está com tudo para emplacar seus óculos inteligentes, apostando que eles são o futuro da tecnologia e podem até substituir os smartphones. A empresa tem distribuído mais de 100 mil pares para veteranos cegos e fechado parcerias com nomes como Kylie Jenner para turbinar as vendas.
Porém, a corrida pela popularização esbarra em um ponto crucial: a privacidade. Relatos de pessoas filmadas sem permissão e até de usuários desativando a luz indicadora de gravação têm gerado um alerta geral.
A Meta vê nos óculos uma chance de diversificar suas fontes de receita e construir um futuro onde assistentes de IA ajudem no dia a dia. A empresa planeja lançar uma nova geração em setembro e já vendeu 7 milhões de pares em 2025, mostrando a ambição de transformar o mercado.
A aposta é tão grande que a empresa está explorando recursos como o NameTag, que identificaria pessoas, e até patentes para monitoramento de humor, o que já acendeu o sinal vermelho para defensores dos direitos civis e da privacidade. 📉



