Mercado de Trabalho Sobe, Mas Contas Essenciais Pesam no Bolso do Brasileiro

Destaques
- •Apesar de dados positivos de desemprego e contratações, a capacidade de pagar contas essenciais caiu pela segunda vez consecutiva.
- •Alimentação segue como o maior gasto para a maioria das famílias, seguida por aluguel/financiamento e contas de serviços públicos.
- •Economista alerta para possível desaceleração da renda em 2026 e o impacto da inflação, especialmente do petróleo, na percepção salarial.
Mesmo com o mercado de trabalho aquecido, mostrando queda no desemprego e aumento de contratações formais, a galera tá sentindo no bolso.
A pesquisa FGV/Ibre de março revelou que apenas 70,8% dos brasileiros conseguiram cobrir suas despesas essenciais nos últimos três meses. Isso é uma queda em relação aos meses anteriores, quando os números batiam em 71,8% e 72,4%.
A alimentação continua sendo o vilão, citada por 72,2%. Logo atrás vêm o aluguel/financiamento (46,5%) e as contas de serviços públicos (44,9%).
A coisa tá apertando.
Segundo o economista Rodolpho Tobler, essa queda na percepção de renda pode ser um sinal de que a tendência de alta está chegando ao fim. Ele alerta que a expectativa de desaceleração do mercado de trabalho em 2026 e a alta do petróleo podem deixar o ano mais morno para os salários. 📉




