Meia Bismarck, ídolo do Campinense, é assassinado em Natal

Destaques
- •O jogador Bismarck, conhecido por sua passagem marcante pelo Campinense e pela conquista da Copa do Nordeste de 2013, foi assassinado em Natal.
- •Bismarck teve passagens por quatro clubes paraibanos, incluindo Campinense, Botafogo-PB, Treze e Miramar, além de ter sido revelado pelo Fortaleza.
- •O caso chocou o futebol paraibano e levanta questões sobre a segurança no esporte.
O futebol paraibano lamenta a morte do meia Bismarck, ídolo do Campinense, que foi assassinado em Natal, no Rio Grande do Norte, na última sexta-feira (6).
O jogador, que teve uma trajetória marcante em clubes do estado, é lembrado principalmente pela conquista da Copa do Nordeste de 2013 com o Campinense. Naquela temporada, Bismarck atuou em 22 partidas e marcou dois gols, sendo um deles contra o Flamengo pela Copa do Brasil.
Trajetória no futebol paraibano
Revelado pelo Fortaleza, Bismarck chegou ao futebol paraibano em 2013 para defender o Campinense. Após a vitoriosa campanha na Copa do Nordeste, ele retornou ao clube em 2014 para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro, onde disputou sete jogos e marcou mais dois gols.
Em 2015, o meia vestiu a camisa do Botafogo-PB, onde teve uma passagem mais discreta, com 12 partidas e nenhum gol marcado.
Sua última passagem pelo futebol paraibano ocorreu em 2019, quando defendeu o Treze, rival do Campinense, por empréstimo. Pelo Galo, participou de seis jogos e marcou um gol na Série C do Campeonato Brasileiro.
Em 2025, Bismarck atuou pelo Miramar na 2ª Divisão do Campeonato Paraibano, disputando oito partidas e ajudando a equipe a chegar às quartas de final.
Legado e despedida
Natural de Natal, Bismarck encerrou sua carreira no futebol paraibano com passagens por quatro clubes. Apesar de ter defendido Botafogo-PB, Treze e Miramar, foi no Campinense que ele construiu seu capítulo mais significativo, conquistando um dos títulos mais importantes da história do clube.
A notícia de seu assassinato gerou comoção entre torcedores, dirigentes e ex-companheiros de equipe, que lamentam a perda de um jogador que deixou sua marca no futebol da região.



