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Masturbação e Testosterona: Mitos Desvendados pelo Urologista

24 de agosto de 2026
Masturbação e Testosterona: Mitos Desvendados pelo Urologista

Destaques

  • Estudo chinês de 2003, base de um mito popular, foi retratado pela revista científica.
  • Níveis de testosterona não são impactados significativamente pela frequência da masturbação a longo prazo.
  • Reposição de testosterona sem indicação médica pode causar infertilidade e doenças cardiovasculares.

Esqueça tudo que você ouviu sobre masturbação e testosterona despencar! Um mito popular, baseado num estudo chinês de 2003 que jurava que parar de se masturbar aumentava a testosterona em mais de 145%, foi oficialmente descredibilizado pela revista que o publicou.

O médico urologista Pedro Bastos explica que, na real, não há evidência científica de que a frequência da masturbação ou atividade sexual altere os níveis de testosterona a longo prazo. Um pico agudo pode rolar no orgasmo, mas o corpo logo volta ao normal.

A crença, segundo ele, vem de questões culturais antigas. O perigo real está na reposição indiscriminada de testosterona, que pode levar a infertilidade e doenças cardiovasculares, especialmente quando buscada por fins estéticos sem avaliação médica.

A masturbação só vira problema quando se torna compulsiva e atrapalha a vida. Em casos de hipogonadismo, condição que realmente causa baixos níveis de testosterona, o tratamento é individualizado e com acompanhamento profissional.

Fontes

https://drauziovarella.uol.com.br/feed/

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