Mari Brambilla, do Osasco, sofre grave lesão em jogo da Superliga

Destaques
- •Oposta Mari Brambilla, do Osasco, sofreu uma grave lesão no tornozelo direito durante a vitória da equipe sobre o Mackenzie.
- •A jogadora de 26 anos caiu de forma aparatosa após um ataque e precisou ser retirada de quadra de maca, assustando a todos.
- •Mari Brambilla passará por exames para determinar a gravidade da lesão e o tempo de recuperação, enquanto o Osasco venceu o jogo por 3 a 1.
A jogadora Mari Brambilla, oposta do Osasco, sofreu uma grave lesão no tornozelo direito durante a partida contra o Mackenzie, em Belo Horizonte, neste sábado (24). O lance ocorreu na metade do quarto set, quando a atleta de 26 anos subiu para um ataque da linha de três metros e virou o pé ao cair na quadra. Brambilla gritou de dor e não conseguiu se levantar, sendo prontamente atendida pela equipe médica do Osasco.
Após momentos de apreensão, Mari Brambilla foi colocada em uma maca e deixou o ginásio sob aplausos do público presente. Ela ainda passará por exames de imagem para determinar a extensão da lesão e o período em que ficará afastada das quadras. A gravidade do ocorrido gerou preocupação, especialmente considerando a importância da jogadora para a equipe.
Vitória do Osasco e contexto da partida
No momento do incidente, o Osasco liderava o quarto set por 12 a 6 e encaminhava a vitória. A equipe paulista confirmou o triunfo por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 25/13, 18/25 e 25/22, conquistando assim o segundo triunfo em duas partidas na atual edição da Superliga feminina.
Oportunidade e substituição de Tifanny
Curiosamente, Mari Brambilla tem atuado como uma das substitutas de Tifanny no Osasco. Tifanny é a primeira atleta transgênero a disputar a Superliga. Na última sexta-feira (23), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) cassou uma liminar que permitia a atleta seguir atuando na competição.
A decisão afetou Tifanny após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) adotar, em agosto, a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para elegibilidade de atletas na categoria feminina. A nova regra exige que jogadoras apresentem teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento masculino, para serem elegíveis.



