Lulinha e o 'Careca do INSS': PGR diz que não houve negócio fechado com o governo
Destaques
- •PGR pede que investigação sobre Lulinha e 'Careca do INSS' saia do STF.
- •Apuração envolvia venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde.
- •PGR alega ausência de indícios mínimos de participação de autoridade com foro no STF.
Parece que o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o grupo do 'Careca do INSS' não conseguiram fechar negócio com o governo, pelo menos é o que diz a PGR em manifestação ao STF.
A Procuradoria Geral da República pediu para que o inquérito que apura o caso, envolvendo uma possível tentativa de vender medicamentos à base de canabidiol para o Ministério da Saúde, seja remetido para a Justiça Federal de primeira instância. A justificativa é a ausência de indícios mínimos de participação de autoridade com foro no Supremo.
Embora a PF investigue Lulinha por tráfico de influência e corrupção em outros inquéritos, a PGR entendeu que os fatos apresentados aqui não são correlatos a crimes maiores, tratando-se apenas de uma mera casualidade na origem do achado.
A proposta de negócio previa a compra de 1,2 milhão de frascos de canabidiol por dispensa de licitação, com um potencial de movimentar mais de R$ 500 milhões no mercado. 📉


