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Juíza aposentada rebate críticas sobre 'penduricalhos' e expõe realidade do Judiciário
28 de fevereiro de 2026
Destaques
- •Juíza aposentada defende remunerações extras no Judiciário, alegando necessidade de análise estrutural.
- •Valores recebidos pela magistrada em poucos meses superaram o teto constitucional de R$ 46.366,19.
- •A ABMT contesta o uso do termo 'penduricalhos', pedindo análise técnica e coerência estrutural.
A juíza aposentada Claudia Márcia de Carvalho Soares, ex-presidente da ABMT, gerou polêmica ao defender as remunerações extras de magistrados, criticando a percepção de que seriam meros 'penduricalhos'.
Ela se aposentou aos 59 anos com valores que, em quatro meses, ultrapassaram o teto constitucional de R$ 46.366,19. Segundo a juíza, esses valores são compostos por fatos geradores e passivos acumulados, e não 'penduricalhos'.
A magistrada argumenta que a estrutura do Judiciário e a carga processual exigem uma análise mais profunda e técnica das remunerações, defendendo a segurança jurídica e a coerência estrutural.
Fontes
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