Jornalistas brasileiros sofrem constrangimentos e racismo na Copa de 2026

Destaques
- •Jornalistas brasileiros relatam tratamento ríspido e discriminatório nos EUA.
- •Fenaj aponta racismo e xenofobia em episódios envolvendo a jornalista Karine Alves.
- •Entidade busca ações junto à Fifa para garantir segurança e liberdade de imprensa no evento.
A Copa do Mundo de 2026 já está causando dor de cabeça, e não é só para as seleções. Profissionais de imprensa brasileiros que cobrem o evento nos Estados Unidos relataram episódios de constrangimento e restrições.
Um dos casos mais graves envolve a jornalista Karine Alves, da TV Globo, que teria sido retirada da fila de imigração e submetida a uma revista de cabelo, supostamente por ser negra. A Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) classificou a situação como racista e xenófoba.
Diante disso, a Fenaj vai pressionar a Fifa.
A entidade quer garantir condições de trabalho seguras e livres de discriminação para todos os jornalistas, com mecanismos para apurar denúncias e proteção especial para mulheres. O objetivo é evitar que o evento se torne um palco de preconceito e garantir a liberdade de imprensa ✊.




