Jornalista intimada na Câmara: entidades repudiam "grave violência" e pedem punição

Destaques
- •Jornalista Manuela Borges foi cercada e intimidada por grupo de servidores na Câmara dos Deputados.
- •Entidades de jornalismo classificam o ato como "inaceitável" e "violência profissional".
- •Exigem apuração rigorosa e responsabilização dos envolvidos, além de medidas de segurança para a imprensa.
Um episódio de violência e coação contra a jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, gerou forte repúdio de entidades de jornalismo.
A profissional foi cercada e intimidada por cerca de 20 servidores de gabinetes parlamentares após questionar políticos do PL sobre a instalação de outdoors com imagens de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis no Distrito Federal.
A situação foi considerada "inaceitável e absurda", com as entidades apontando para uma tentativa de silenciar questionamentos e fragilizar a presença feminina nos espaços de poder.
A nota conjunta, assinada por SJPDF, Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, FENAJ e Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ, pede a imediata apuração e responsabilização dos envolvidos, além de medidas de segurança para garantir o livre exercício da profissão no Congresso Nacional.
Apesar do ataque, a jornalista afirmou que não se intimidará e continuará sua cobertura normalmente, demonstrando resiliência diante da hostilidade. ✊




