Inflação na mente do brasileiro: Por que a gente sente que tudo subiu, mesmo com o IPCA em baixa?

Destaques
- •Baixa qualificação da mão de obra, baixa produtividade e economia fechada explicam a defasagem da renda no Brasil.
- •A percepção de inflação é maior em itens básicos do dia a dia, como alimentos e gasolina, que afetam mais o bolso do consumidor.
- •O endividamento familiar e a diferença entre o IPCA e o INPC acentuam a sensação de perda de poder de compra.
Você sente que o dinheiro não rende mais como antes, mesmo com as notícias dizendo que a inflação tá controlada? Pois é, não é só você. Especialistas apontam que a baixa qualificação da mão de obra, a baixa produtividade e uma economia ainda fechada são os vilões por trás dessa sensação.
A gente não sente a inflação no pacote completo, mas sim nos itens que mais usamos, tipo comida e gasolina. E quando esses sobem, o resto nem conta tanto. Pra piorar, o endividamento das famílias faz a gente sentir que o poder de compra sumiu.
Essa discrepância entre o que os índices oficiais mostram e o que a gente sente no bolso tem tirado o sono até do Banco Central, que vê o acúmulo de preços ameaçando a credibilidade da instituição. A sensação é que, mesmo com a inflação oficial em queda, o custo de vida acumulado desde 2020 segue alto, impactando mais quem ganha menos. 📉




