Infantino na corda bamba: Conmebol pede diálogo em meio à crise na Fifa

Destaques
- •Conmebol apoia desistência da venda de ações da Fifa, mas pede respeito ao processo eleitoral.
- •Uefa mantém pressão por mudança na presidência e ameaça boicote à Copa do Mundo.
- •Crise expõe divisões internas e pode abrir espaço para candidaturas rivais à presidência da Fifa.
Parece que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, está sentindo o calor! Depois de tentar emplacar um projeto polêmico de vender fatias da entidade para investidores privados, a casa caiu e ele teve que recuar.
A Conmebol veio a público mostrar preocupação com as ações unilaterais, mas celebrou o fim da ideia da venda. Só que a Uefa não perdoou e segue pressionando por uma mudança na presidência, com direito a ameaça de boicote à Copa do Mundo!
Agora, a bola está com o congresso da Fifa, que é o único com poder para eleger um novo comandante. A Conmebol já avisou que não vai apoiar nenhuma manobra fora das regras.
A crise expôs um racha forte no futebol mundial e abriu a porta para que outros nomes, como o canadense Victor Montagliani, apareçam como possíveis rivais de Infantino na próxima eleição. O plano inicial de arrecadar até US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) virou pó, e agora o dirigente tenta se segurar no cargo. 📉



