Infantino engaveta plano bilionário e salário 'turbinado' na Fifa

Destaques
- •Presidente da Fifa desiste de criar empresa para gerenciar competições após forte rejeição.
- •Plano visava arrecadar US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) com venda de ações.
- •Salário de Infantino poderia saltar de US$ 4,8 milhões para US$ 30 milhões anuais.
Parece que a ganância falou mais alto, mas a Uefa deu um chega pra lá! O presidente da Fifa, Gianni Infantino, desistiu da ideia de criar uma empresa para gerenciar as principais competições da entidade, como a Copa do Mundo.
A proposta era criar a Fifa Forward Enterprise (FFE), que captaria até US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) com a venda de ações a investidores privados. O plano era tão ambicioso que o salário de Infantino poderia pular de US$ 4,8 milhões (R$ 25 milhões) para US$ 30 milhões (R$ 152,4 milhões) anuais, sem limite de mandato.
Mas a casa caiu! A Uefa liderou a oposição, ameaçando boicote a torneios da Fifa, e outras confederações como a Concacaf e a Ásia também criticaram a iniciativa. Com a pressão, Infantino recuou.
Agora, Infantino segue com o salário atual na Fifa, que já é bem alto, mas sem a chance de um aumento estratosférico. A derrota é clara para o dirigente, que viu seu plano de enriquecimento pessoal ser barrado pela força das federações. 📉
