Infantino e a FIFA: Dinheiro, poder e o futebol de volta aos trilhos
Destaques
- •FIFA projeta arrecadar US$ 9 bilhões com a Copa de 2026, um aumento de US$ 2 bilhões em relação à edição anterior.
- •Apesar das polêmicas, Gianni Infantino deve ser reeleito sem adversários para seu terceiro mandato.
- •Gastos em cidades-sede e de visitantes aumentaram significativamente, impulsionando a economia local.
Com a poeira baixando após mais uma polêmica da Copa do Mundo, uma coisa já está clara: o presidente da FIFA, Gianni Infantino, parece mais forte do que nunca.
Apesar das críticas sobre ingressos, a participação de um astro suspenso e a concessão de um prêmio a Donald Trump, a entidade deve arrecadar cerca de US$ 9 bilhões com a Copa de 2026, um aumento de US$ 2 bilhões em relação à edição anterior.
Enquanto isso, Infantino, que assumiu após um escândalo de corrupção, expandiu o alcance dos torneios e agora concorre à reeleição sem adversários, com apoio de federações de diversos continentes.
As cidades-sede já registram ganhos iniciais, com gastos em cartões de crédito e débito nas cidades anfitriãs crescendo 6,3% na comparação anual e os gastos de visitantes aumentando 16,7%. O torneio, agora com 48 seleções, dobrou a premiação total para US$ 871 milhões, garantindo um mínimo de US$ 12,5 milhões para cada país participante.
Apesar das críticas pontuais, o controle de Infantino sobre o esporte parece inabalável, com a FIFA em sua melhor posição financeira de todos os tempos. 💰

