Iêmen avisa: ataque ao Irã nos joga na guerra

Destaques
- •Líder Houthi afirma que o Iêmen não ficará neutro se o Irã for atacado.
- •Ameaças de Trump de retomar bombardeios ao Irã aumentam tensão.
- •Cessar-fogo frágil e negociações sem resultado esperado.
O líder do movimento Houthi, Abdul-Malik al Houthi, deu um recado claro: se o Irã for atacado, o Iêmen entra na briga. "Nossa posição é clara e pública, e não seremos neutros diante da agressão dos EUA e de Israel contra a República Islâmica do Irã", declarou.
A fala surge em um momento de alta tensão na região, com o cessar-fogo sendo descrito como "muito frágil" e a probabilidade de escalada "muito alta".
E o clima esquenta ainda mais com ameaças de Donald Trump de retomar os bombardeios ao Irã caso o acordo expire, prometendo que "muitas bombas começarão a explodir" e que não autorizará a abertura do Estreito de Ormuz.
Em resposta, o Irã alertou que está "preparada para mostrar novas cartas no campo de batalha" e não aceitará negociações sob ameaça. Enquanto isso, um professor iraniano recomendou a evacuação imediata de países do Golfo Pérsico.
A primeira rodada de negociações para o fim do conflito terminou sem resultados, e a perspectiva de uma segunda rodada é incerta. A situação, com o cessar-fogo expirando, pode levar a um retorno das hostilidades. 💥




