IA turbina ciberataques na América Latina: quem se cuida, vive mais!

Destaques
- •Crescimento de agentes de IA e APIs aumenta o número de identidades a serem protegidas.
- •Ataques com credenciais legítimas, turbinados por IA, são a nova fronteira das ameaças.
- •Gestão de identidades e modelo Zero Trust são essenciais, mas ainda pouco adotados na região.
A inteligência artificial virou o jogo na cibersegurança da América Latina, e não para o bem. No primeiro semestre de 2026, o boom de agentes de IA, APIs e contas de serviço inflou o número de identidades que as empresas precisam proteger, enquanto os ataques usando credenciais roubadas se tornaram a tática preferida dos bandidos.
A One Identity joga a toalha: o velho perímetro de rede já era. Agora, o alvo são as identidades, humanas ou não, que estão expostas por senhas antigas e privilégios excessivos. O desafio é detectar quando uma identidade válida está agindo de forma suspeita, o que exige uma combinação de governança e soluções inteligentes.
A boa notícia é que, para o resto de 2026, a recomendação é focar em ações rápidas: implementar autenticação multifator (MFA), reforçar a gestão do Active Directory e proteger contas privilegiadas. A IA, que antes era vilã, pode virar aliada se bem aplicada na gestão de identidades. O recado final é claro: a continuidade do negócio depende de saber quem acessa o quê, com quais permissões e por quanto tempo. 🛡️


