IA na Segurança: CISO mais próximo do negócio, menos do código

Destaques
- •IA exige que CISOs entendam o negócio e falem a linguagem de risco e finanças.
- •Desafios de IA migram da rede para aplicações e interações entre sistemas.
- •Adoção de IA deve equilibrar velocidade e cautela, aprendendo com erros.
A onda da Inteligência Artificial está mudando o jogo para os chefes de segurança (CISOs). Agora, mais do que nunca, eles precisam estar colados nas necessidades do negócio e nos riscos que a tecnologia traz, especialmente com a velocidade que a IA avança.
A preocupação não é mais só com redes. A IA joga os riscos para as aplicações e como os sistemas conversam entre si, abrindo portas para vazamento de dados e manipulação de prompts. É uma transição rápida, bem diferente da chegada da internet ou da nuvem.
A lição é clara: a adoção de IA pede uma mistura de agilidade e pé no freio. As empresas vão aprender, assim como fizeram com SaaS e o Zoom, com os erros e acertos.
O CISO do futuro, segundo Jonathan Fischbein da Check Point Software, será um facilitador, falando a língua de risco e finanças para o conselho, e não apenas um técnico de segurança. A ideia é garantir que a transformação digital e a IA aconteçam de forma segura e eficaz.




