IA na Educação: CNE Proíbe Correção de Redações e Avaliações por Máquinas
Destaques
- •Novas diretrizes do CNE proíbem IA na correção de redações e provas dissertativas.
- •Uso de detectores de IA para punir alunos fica restrito; validação humana é essencial.
- •Ensino superior terá que criar políticas específicas para o uso de IA.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) deu um basta! Novas regras acabam de sair do forno e vão mudar o jeito que a inteligência artificial é usada nas escolas e faculdades brasileiras.
A grande novidade é que sistemas de IA estão proibidos de corrigir, avaliar ou dar notas para redações e provas dissertativas. Nada de máquina decidindo o seu destino acadêmico nessas etapas!
Isso significa que, mesmo que um detector de IA aponte um texto como gerado por máquina, essa informação não poderá ser usada sozinha para punir um aluno. O professor tem que investigar e decidir.
E para os mais novos, até o 5º ano, o uso direto de IA sem supervisão também foi vetado.
Ainda que a tecnologia possa auxiliar no planejamento de aulas e resumo de conteúdos, a decisão final sobre o desempenho do aluno tem que ser humana. O MEC ainda precisa homologar, mas já dá pra sentir a mudança no ar! 📚


