IA Generativa: O Fim do Engenheiro de Código e o Nascimento do "Generalista Criativo"

Destaques
- •IA Generativa assume tarefas de codificação, mudando o perfil do profissional de tecnologia.
- •Mercado de TI ainda sofre com déficit de profissionais, mas a formação precisa se adaptar ao novo cenário.
- •O futuro aponta para o "generalista criativo", que usa IA como parceira estratégica para resolver problemas de negócio de ponta a ponta.
A Ubots mudou o jogo: parou de contratar engenheiros pelo currículo técnico, porque a IA Generativa já faz o trabalho braçal de codificar. A pergunta é: o que sobra para nós?
Por anos, o mercado de tech valorizou o especialista. Agora, a IA Generativa assume essa camada, escrevendo código e documentando sistemas em segundos. Isso não é o fim, é o fim de um modelo.
O problema é que o mercado ainda não pegou o recado. Dados da Brasscom mostram um déficit de mais de 200 mil profissionais entre 2019 e 2024, e inovações como IA chegam antes de termos gente treinada.
A solução não é formar mais especialistas iguais. O novo perfil é o "generalista criativo", que usa a IA como parceira para resolver problemas de negócio de ponta a ponta, focando na dor do cliente e na estratégia.
Esse movimento global, previsto pelo Fórum Econômico Mundial, indica que a IA não substitui profissionais, mas eleva a barra. A verdade é que quem domina a IA vai substituir quem só escreve código.


