IA devora livros: Projeto secreto de digitalização destrói acervos raros

Destaques
- •Empresas de IA compram livros antigos em massa para digitalização, levantando preocupações sobre destruição de acervos.
- •O 'Projeto Panamá' visa digitalizar todas as obras escritas, mas o método 'destrutivo' levanta debates sobre conservação e perda de metadados.
- •Especialistas alertam para o risco de degradação da IA ao se alimentar de dados sintéticos, caso as fontes originais se esgotem.
O mundo dos livros antigos está em polvorosa! Livreiros na Espanha, Holanda e Austrália relatam encomendas massivas de livros por empresas de inteligência artificial, com um padrão de compra incomum e custos de envio absurdos.
O motivo? O chamado 'Projeto Panamá', uma iniciativa secreta que visa digitalizar obras para treinar modelos de linguagem (LLMs), como o ChatGPT. O método, que envolve a destruição dos exemplares para escaneamento rápido, levanta sérias questões sobre a preservação do patrimônio cultural e a perda de informações cruciais.
A preocupação se estende à própria sustentabilidade da IA, com o risco de que, ao se alimentar de dados sintéticos gerados por ela mesma, os modelos se degradem, como uma serpente que devora a própria cauda 🐍.




