IA: da euforia à razão, o que realmente importa para o seu negócio?

Destaques
- •Empresas saem da fase de experimentação pura de IA e focam em custo e resultado.
- •Rômulo Cioffi (Squadra) alerta para adoção racional e estratégica, evitando a 'corrida do ouro' de novas tecnologias.
- •Profissionais precisam atuar como curadores, avaliando IA e guiando a tecnologia para resolver problemas específicos.
O hype da inteligência artificial está dando lugar a uma pergunta mais pragmática: quanto custa e qual o resultado efetivo que a tecnologia entrega? O mercado precisa avançar da experimentação sem rumo para uma adoção mais racional e estratégica.
A corrida para testar novas ferramentas, como os agentes de IA, muitas vezes não se traduz em retorno esperado. Especialistas como Rômulo Cioffi, CAIO da Squadra, ressaltam que a empolgação excessiva leva a investimentos inadequados.
A chave agora é a governança, que precisa abranger custo, resultado e aprendizado. Profissionais assumem um papel de curadores, avaliando a IA e garantindo que ela resolva problemas reais, e não apenas seguindo tendências. O foco muda de 'ter IA' para 'resolver problemas com IA'.




